Estamos vivendo a era da comunicação. Nunca foi tão fácil se comunicar, e em meio a tantas novidades, quase deixamos passar despercebido, o rádio, que continua sendo o meio mais acessível, de maior alcance e de maior audiência do país. É o melhor meio para atingir populações analfabetas e isoladas no meio rural. E quando ocorre uma catástrofe qualquer, seja humana ou natural, a informação radiofônica é a primeira que chega e a última que morre.
Homens, mulheres, idosos, jovens e até crianças se rendem aos encantos do rádio, seja em casa, no trabalho ou no trânsito. Podemos ouvir o rádio quase o tempo todo, quando estamos tomando banho, realizando tarefas domésticas, produzindo trabalhos manuais, dirigindo o carro, nos meios de transportes, nas salas de esperas. Seja para informação, diversão e lazer, divulgação o rádio sempre aparece como ferramenta extraordinária para a emancipação social e para a democratização. O tempo livre é cada vez mais escasso, e a facilidade de recepção neste contexto é que torna o rádio insubstituível até o momento.
É claro que ter uma radio comunitária educativa é o ideal, mas enquanto ela não chega, muito se pode fazer com as que temos por meio da interatividade, há muito tempo utilizada pelas emissoras que, através da participação constante do ouvinte, fazem seus programas, seja pedindo uma música, ou numa entrevista e até muitas vezes fazendo debates nas vilas sobre os problemas que elas enfrentam, desenvolvendo um trabalho social, ouvindo as opiniões de forma democrática e dando voz e vez para os menos assistidos. Acredito que nós como professores é que temos que tomar a iniciativa de criar programas mais educativos e voltados aos interesses da nossa escola e da nossa comunidade. Não podemos esquecer que a palavra ainda é o instrumento intelectual mais poderoso de que dispomos.
Homens, mulheres, idosos, jovens e até crianças se rendem aos encantos do rádio, seja em casa, no trabalho ou no trânsito. Podemos ouvir o rádio quase o tempo todo, quando estamos tomando banho, realizando tarefas domésticas, produzindo trabalhos manuais, dirigindo o carro, nos meios de transportes, nas salas de esperas. Seja para informação, diversão e lazer, divulgação o rádio sempre aparece como ferramenta extraordinária para a emancipação social e para a democratização. O tempo livre é cada vez mais escasso, e a facilidade de recepção neste contexto é que torna o rádio insubstituível até o momento.
É claro que ter uma radio comunitária educativa é o ideal, mas enquanto ela não chega, muito se pode fazer com as que temos por meio da interatividade, há muito tempo utilizada pelas emissoras que, através da participação constante do ouvinte, fazem seus programas, seja pedindo uma música, ou numa entrevista e até muitas vezes fazendo debates nas vilas sobre os problemas que elas enfrentam, desenvolvendo um trabalho social, ouvindo as opiniões de forma democrática e dando voz e vez para os menos assistidos. Acredito que nós como professores é que temos que tomar a iniciativa de criar programas mais educativos e voltados aos interesses da nossa escola e da nossa comunidade. Não podemos esquecer que a palavra ainda é o instrumento intelectual mais poderoso de que dispomos.
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